sábado, 15 de janeiro de 2011

Sem ter o que dizer, mas muito pra expulsar.


É difícil falar das coisas que eu vivo, porque só de pensar em algo me vem uma música em mente... Mas eu não vim pra falar disso, vim pra falar das dores e alegrias de uma adolescente como outra qualquer.
Ouvi dizer muitas vezes, que sou uma ótima companhia, ouvi de pessoas estranhas que elas adorariam conviver um pouco de tempo comigo, qual tempo fosse...
Também ouvi dizer que sou uma pessoa depressiva, que aparenta não ter gosto pela vida, que deixa o orgulho sobresair a todo e qualquer outro sentimento...
Eu não sei bem o que sou, o que sinto exatamente... Eu sei que sinto falta de não ter deixado de me preocupar com as coisas, de ter dado ouvidos a quem não merecia, de não ter amado quem sempre esteve comigo, de não ter vivido com quem me fez bem. Eu sinto falta de não ter sido mais fútil, de ter me descabelado com situações que não eram minhas... Eu não me perdoo, por não ter dito eu te amo pra quem deveria, não me perdoo por não ter compartilhado minhas dores com quem quer que fosse, não me perdoo por me fechar pra tudo, pro mundo, pra Deus, pra vida... Eu sei que sou grata, por tudo o que tenho, pela minha família, pelos meus melhores amigos, pelas dores que me fizeram crescer mesmo que prematuramente, pela minha paixão, pelos meu bens, pelo meu Deus que nunca me deixou na mão. Por fim, um texto confuso, embaraçado e complicado, assim como meus sentimentos.